Caderno / Arquitetura Marroquina / Enciclopédia

Elementos e
saberes tradicionais.

Um arquivo ilustrado de arquitetura tradicional, materiais, técnicas e tipologias. Seleciona um tema e descobre as suas características e referências.

As imagens e referências deste primeiro arquivo foram reunidas durante uma investigação académica sobre Al Haouz. Não são fotografias de uma obra construída.

Arquivo de referências

Espaços e tipologias

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MedinaVer referência

A medina organiza a cidade histórica através de ruas estreitas, bairros residenciais, espaços de comércio e equipamentos comunitários. O estudo observa a proximidade entre circulação, atividade quotidiana e vida coletiva.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 108 e 107 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Medina
Imagem da investigação original · PDF p. 107
RiadVer referência

A casa e o jardim interior estruturam uma relação protegida entre arquitetura, vegetação e água. Os percursos e os pátios constituem espaços de transição entre interior e exterior.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 110 e 109 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Riad
Imagem da investigação original · PDF p. 109
Mesquita — Al MasjidVer referência

A investigação identifica a mesquita como centro religioso e comunitário, descrevendo elementos como minarete, mihrab e minbar e a articulação dos espaços de oração.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 112 e 111 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Mesquita — Al Masjid
Imagem da investigação original · PDF p. 111
MadrasaVer referência

A madrasa é apresentada como instituição de ensino, com relevância histórica na transmissão de conhecimento. A sua organização arquitetónica integra espaços de aprendizagem e vida coletiva.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 114 e 113 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Madrasa
Imagem da investigação original · PDF p. 113
Portas e limiaresVer referência

A porta é estudada como passagem entre diferentes condições espaciais e simbólicas: interior e exterior, público e privado, quotidiano e sagrado.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 130 e 131 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Portas e limiares
Imagem da investigação original · PDF p. 131
Arquivo de referências

Geometria, luz e ornamento

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MuqarnasVer referência

Composição tridimensional de pequenas células ou nichos, usada em cúpulas, tetos, arcos e transições entre planos. A investigação inclui o vocabulário de peças e a perícia dos maâlems.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 116 e 117 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Muqarnas
Imagem da investigação original · PDF p. 117
CaligrafiaVer referência

A escrita integra a ornamentação de paredes, portais, arcos e cúpulas. Na arquitetura islâmica, associa-se à palavra sagrada e combina-se com padrões geométricos e arabescos.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 120 e 121 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Caligrafia
Imagem da investigação original · PDF p. 121
ArcosVer referência

Elemento de passagem e articulação entre espaços. A dissertação estuda o arco como componente construtiva e expressiva, presente nas medinas, nos riads e nos edifícios religiosos.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 122 e 123 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Arcos
Imagem da investigação original · PDF p. 123
ZelligeVer referência

Revestimento de pequenas peças cerâmicas cortadas e montadas em padrões geométricos. A investigação acompanha a cor, o trabalho artesanal e a aplicação em paredes, pavimentos e fontes.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 124 e 125 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Zellige
Imagem da investigação original · PDF p. 125
Muxarabis — MashrabiyaVer referência

Grelhas trabalhadas que filtram a luz e permitem ventilação e privacidade. O seu desenho geométrico combina controlo visual com expressão artesanal.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 136 e 137 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Muxarabis — Mashrabiya
Imagem da investigação original · PDF p. 137
CúpulasVer referência

A cúpula é estudada pela sua dimensão espacial, simbólica e ambiental. No centro de saúde, a receção inclui uma cúpula trabalhada com muqarnas.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 144 e 143 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Cúpulas
Imagem da investigação original · PDF p. 143
Arquivo de referências

Matéria e ofícios

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PedraVer referência

Pedra calcária, arenito e mármore surgem como materiais com diferentes aplicações construtivas e ornamentais. A investigação relaciona durabilidade, talhe e expressão material.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 128 e 129 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Pedra
Imagem da investigação original · PDF p. 129
Madeira de cedro — ArzVer referência

O cedro do Atlas é estudado no trabalho de carpintaria, em vigas, tetos e elementos esculpidos. A madeira constitui uma dimensão importante do conhecimento dos artesãos.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 134 e 135 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Madeira de cedro — Arz
Imagem da investigação original · PDF p. 135
MetalVer referência

A dissertação apresenta trabalhos em ferro, cobre, latão e alumínio, incluindo portas, grelhas e lanternas. São peças que conciliam proteção, geometria e expressão ornamental.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 138 e 139 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Metal
Imagem da investigação original · PDF p. 139
ÁguaVer referência

Fontes, espelhos de água e jardins associam experiência sensorial, frescura e simbolismo. A água é uma referência cultural e espacial e o rio Ourika participa na implantação do centro.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 140 e 141 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Água
Imagem da investigação original · PDF p. 141
Arquivo de referências

Construção e povoamento Amazigh

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TerraVer referência

Material local fundamental na arquitetura do Alto Atlas. A dissertação descreve a terra como recurso construtivo associado à espessura das paredes e ao conforto térmico.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 162 e 161 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Terra
Imagem da investigação original · PDF p. 161
Pedra do Alto AtlasVer referência

Nas aldeias e em Setti Fatma, a pedra é estudada em fundações, paredes, muros de suporte e divisórias, em relação direta com os materiais disponíveis no território.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 164 e 163 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Pedra do Alto Atlas
Imagem da investigação original · PDF p. 163
Madeira nas casas tradicionaisVer referência

A madeira integra os sistemas tradicionais de cobertura e de construção das casas Amazigh, em articulação com as paredes de terra e de pedra.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 166 e 165 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Madeira nas casas tradicionais
Imagem da investigação original · PDF p. 165
Clima e orientaçãoVer referência

As casas respondem aos invernos rigorosos, aos verões quentes e à exposição da encosta. A implantação e a massa dos materiais são estudadas como respostas ao clima.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 168 e 167 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Clima e orientação
Imagem da investigação original · PDF p. 167
Técnicas construtivas tradicionaisVer referência

A investigação descreve paredes espessas de terra, água e palha, coberturas de madeira e formas de reforço construtivo, procurando compreender o comportamento material e estrutural.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 170 e 169 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Técnicas construtivas tradicionais
Imagem da investigação original · PDF p. 169
Adaptação à montanhaVer referência

A forma de povoamento e os sistemas construtivos alteram-se com a altitude e a topografia. A relação entre acessos, desníveis e assentamentos informa a implantação do projeto.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 174 e 173 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Adaptação à montanha
Imagem da investigação original · PDF p. 173
Casa tradicional do Alto AtlasVer referência

A organização doméstica distribui funções por diferentes pisos e incorpora terraços, varandas e espaços de apoio à atividade agrícola e familiar.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 178 e 177 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Casa tradicional do Alto Atlas
Imagem da investigação original · PDF p. 177
DouarVer referência

Aldeia de casas compactas, associada a atividades agrícolas e pastorícias. A proximidade entre volumes e a adaptação ao relevo constituem referências centrais para o conceito de aldeia de cuidados.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 180 e 179 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Douar
Imagem da investigação original · PDF p. 179
KsarVer referência

Povoamento fortificado de carácter comunitário, estudado no contexto das tradições arquitetónicas Amazigh e árabes.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 182 e 181 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Ksar
Imagem da investigação original · PDF p. 181
KasbahVer referência

Construção fortificada, frequentemente residência ou palácio de uma família ou autoridade local. É estudada como tipologia histórica e referência de linguagem arquitetónica.

Fonte: From Chaos to Resilience, secção de investigação, páginas 184 e 183 do PDF original.

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Página ilustrada da investigação sobre Kasbah
Imagem da investigação original · PDF p. 183